sábado, 11 de dezembro de 2010

CROQUIS

No segundo semestre, após a apresentação do trabalho dos parques, as atividades relacionadas ao parque tomou um outro rumo: tivemos que escolher o parque de um colega da outra turma e estudá-lo a partir de croquis para que depois fizéssemos uma maquete do parque. O parque que eu escolhi foi o da estudante Taciane Martins. Um parque totalmente exótico, que parece estar dentro de um vidro, isolado do resto do mundo por uma proteção. Ao entrar nele nos deparamos com vários setores formados por peças texturizadas.
Abaixo segue os croquis feitos a partir da observação da maquete eletrônica.

[para melhor visualização dos croquis, clique nos mesmos.]

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

enfim, o PARQUE!

Na minha opinião o exercício mais elaborado que enfrentamos foi o da criação de um parque. O parque que eu criei foi um que remetesse à musicalidade, que passasse sensações que levasse quem ali estava percorrendo a querer criar, inovar, se mexer! A musicalidade é vista claramente nas inúmeras curvas presentes, desde a escada helicoidal até as esferas intercaladas. As cores fortes e vibrantes fazem do ambiente um lugar mais alegre, e nos passa a impressão de fluidez, como se nada ali tivesse que ficar parado.
Embora as cores sejam fortes [podendo dar a impressão de cansaço ao ficar muito tempo ali] por ser um ambiente em grande escala, as "peças" que formam o parque não estão tão tumultuadas, estando devidamente organizadas e mescladas de forma a não carregar o parque. Quem por ali passa, tem a opção de permanecer em uma área de cores mais suaves, como também em áreas em que há maior quantidade de informação.



exercício de MIGRAÇÃO

Após o exercício das escalas, a atividade proposta foi mais além do que a anterior! Dessa vez tivemos que escolher o exercício da escala de um colega nosso e MIGRAR o nosso pro dele. Ou seja, a medida que o meu objeto ia se aproximando do do colega, o meu objeto ia se contaminando com as características do objeto dele, ganhando formas e cores diferentes - até chegar no objeto escolhido. Abaixo estão as imagens do exercício de migração.

[Clique nas imagens para visualizá-las em um tamanho maior do que o exibido.]












exercício de ESCALAS

Depois de criados os objetos leve e pesado, o professor Sandro passou um outro exercício: Tínhamos que escolher um dos objetos [escolhi o leve], e "brincar" com o objeto em três escalas diferentes, interagindo as peças e intervindo nelas de forma que desse um ar diferente do objeto leve, mas mesmo assim mantivesse suas características.

Abaixo estão algumas imagens do exercício de escalas.

[clique nas imagens para vizualizá-las em um tamanho maior que o exibido aqui.]









objeto PESADO

OBJETO PESADO







objeto LEVE

OBJETO LEVE




Conclusão do ano letivo

Mais um ano chega ao fim e é hora de olharmos para trás e analisar o que de bom vivemos, aprendemos, e quais são as lições que tiramos do ano que se encerra. No início do ano de 2010, ingressei no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Uberlândia e uma das disciplinas que cursei foi Informática aplicada à arquitetura. Desde as primeiras aulas fui apresentada à um programa de computador que até então não era de meu conhecimento: o SketchUp. Nele, aprendi a criar formas, copiá-las em série, deformá-las. Até criar um parque nos foi proposto e assim a turma fez! Nosso primeiro exercício foi criar dois objetos, um leve e um pesado. O leve era um mais limpo, "sem muitas informações", com cores mais claras e que não apresentava texturas muito fortes, exageradas, ou nem mesmo apresentava. O objeto pesado já era dotado de mais mistura de cores, de movimentos e curvas, texturas.