sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

enfim, o PARQUE!

Na minha opinião o exercício mais elaborado que enfrentamos foi o da criação de um parque. O parque que eu criei foi um que remetesse à musicalidade, que passasse sensações que levasse quem ali estava percorrendo a querer criar, inovar, se mexer! A musicalidade é vista claramente nas inúmeras curvas presentes, desde a escada helicoidal até as esferas intercaladas. As cores fortes e vibrantes fazem do ambiente um lugar mais alegre, e nos passa a impressão de fluidez, como se nada ali tivesse que ficar parado.
Embora as cores sejam fortes [podendo dar a impressão de cansaço ao ficar muito tempo ali] por ser um ambiente em grande escala, as "peças" que formam o parque não estão tão tumultuadas, estando devidamente organizadas e mescladas de forma a não carregar o parque. Quem por ali passa, tem a opção de permanecer em uma área de cores mais suaves, como também em áreas em que há maior quantidade de informação.



exercício de MIGRAÇÃO

Após o exercício das escalas, a atividade proposta foi mais além do que a anterior! Dessa vez tivemos que escolher o exercício da escala de um colega nosso e MIGRAR o nosso pro dele. Ou seja, a medida que o meu objeto ia se aproximando do do colega, o meu objeto ia se contaminando com as características do objeto dele, ganhando formas e cores diferentes - até chegar no objeto escolhido. Abaixo estão as imagens do exercício de migração.

[Clique nas imagens para visualizá-las em um tamanho maior do que o exibido.]












exercício de ESCALAS

Depois de criados os objetos leve e pesado, o professor Sandro passou um outro exercício: Tínhamos que escolher um dos objetos [escolhi o leve], e "brincar" com o objeto em três escalas diferentes, interagindo as peças e intervindo nelas de forma que desse um ar diferente do objeto leve, mas mesmo assim mantivesse suas características.

Abaixo estão algumas imagens do exercício de escalas.

[clique nas imagens para vizualizá-las em um tamanho maior que o exibido aqui.]









objeto PESADO

OBJETO PESADO







objeto LEVE

OBJETO LEVE




Conclusão do ano letivo

Mais um ano chega ao fim e é hora de olharmos para trás e analisar o que de bom vivemos, aprendemos, e quais são as lições que tiramos do ano que se encerra. No início do ano de 2010, ingressei no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Uberlândia e uma das disciplinas que cursei foi Informática aplicada à arquitetura. Desde as primeiras aulas fui apresentada à um programa de computador que até então não era de meu conhecimento: o SketchUp. Nele, aprendi a criar formas, copiá-las em série, deformá-las. Até criar um parque nos foi proposto e assim a turma fez! Nosso primeiro exercício foi criar dois objetos, um leve e um pesado. O leve era um mais limpo, "sem muitas informações", com cores mais claras e que não apresentava texturas muito fortes, exageradas, ou nem mesmo apresentava. O objeto pesado já era dotado de mais mistura de cores, de movimentos e curvas, texturas.
























































segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O objetivo a ser alcançado ao criar meu parque foi de ter um ambiente que remetesse à musicalidade, como também ser um lugar em que quem o percorresse, tivesse sua criatividade de certa forma estimulada. A musicalidade é vista claramente nas tantas curvas presentes, desde a escada helicoidal até as esferas intercaladas. As cores fortes e vibrantes fazem do ambiente um lugar mais alegre, e nos passa a impressão de fluidez, como se nada ali tivesse que ficar parado. Embora as cores sejam fortes (podendo dar a impressão de cansaço ao ficar muito tempo ali), por ser um ambiente com uma grande escala, as “peças” que formam o parque não estão tão tumultuadas, estando devidamente organizadas e mescladas de forma a não carregar o parque. Quem por ali passa, tem a opção de permanecer em uma área de cores mais suaves, como também em áreas em que há maior quantidade de informação. O diagrama usado foi o 4.